Tianelle Jóias

14 de dez de 2017

Olivia!








´´Foguinho´´

Sou fã de Lázaro Ramos. Por ser um bom ator, por ser um vitorioso, por tudo o que ele representa.
Seu livro é a confirmação de que Lázaro é hoje um das celebridades mais influentes de sua geração.
Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.
Uma leitura indispensável.






11 de dez de 2017

Get the Look


Tô começando a gostar...

Tudo bem, vou confessar: gosto tanto de Harry que fiquei com uma pontinha de ciúme de Megham Megham Markle. Andei implicando muito com a moça. 
Enfim, continuo não achando Megham minha princesa favorita, mas ela está subindo rapidamente no meu conceito! 

Primeiro, porque ela é descolada e comum. Sua mãe é afro-americana e usa cabelo rastafari, além de ser professora de Yoga. Seu tataravô era escravo nas plantações da Geórgia. Megham estudou teatro e é divorciada. Sua grande paixão é a defesa da igualdade gênero.
Ou seja, um sopro de modernidade, civilidade e generosidade na Monarquia do Reino de Elizabeth.
E last, but not least, estou achando MM tão chiquesinha!





Inspiração

Natal  verde, branco e ... simples.





























O que vocês acham????


Por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher.
Então por trás de Sérgio Moro há...
Rosangela!!!!

A mulher do juiz mais amado do Brasil além do advogada bem sucedida é uma defensora feroz de causas sociais.

É dela, junto como senador Álvaro Dias, o projeto de lei PL 22/2017, que cria um fundo de reserva nas parcerias públicas e organizações da sociedade civil para situações emergenciais.
Na prática, o projeto protege entidades como as APAES que sofrem com os atrasos dos repasses.
APAE são entidades que  civis que tem como missão a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. Rosangela é procuradora da FenApae, que é a Federação Nacional das Apaes.
O trabalho da mulher de Moro é tão importante, que ela foi convidada a discursar na ONU.



Enquanto isso ...


Enquanto Rosangela luta pelas APAES, o PSDB bancou com dinheiro público sua convenção nacional esta semana. Gastou a módica quantia de R$1,5 milhões.  Esta ´´verbinha´´ saiu do famigerado fundo partidário. Só o PSDB recebe nada menos que R$ 81 milhões por ano.
Ouviram bem?? O PSDB recebe R$ 81 milhões por ano de dinheiro público. E  lembrando que não existe dinheiro público, todo dinheiro gasto pelo estado é tirado da mesa de seus cidadãos, este dinheiro na verdade é meu, seu, nosso. E poderia ser usado para milhões de outras coisas mais, digamos, nobres. Vocês não acham??????????







10 de dez de 2017

Carmem


Carmem. A minha Carmem morreu aos 88 anos. Única, insubstituível e inesquecível.



Nem sei o que falar de Carmem, então copiei a coluna que saiu hoje no Ela:

Carmem seguia a regra número 1 entre as socialites, desde que o termo foi introduzido na língua inglesa em 1928 pela revista americana “Time”, é a seguinte: ninguém se apresenta como socialite; só os terceiros que podem fazê-lo. Socialites de verdade — como foi Carmen, uma das melhores da espécie — recusam o rótulo. Até porque elas não acham que têm a vida mansa; pertencem a um tempo em que não existiam bufês, decoradores, floristas, cerimonialistas — tudo era feito em casa, principalmente os jantares sentados para 150 pessoas pedidos de última hora pelos maridos, de olho em sacramentar algum negócio.

Paulista de Pirajuí, neta de barão, Carmen Terezinha Solbiati já era Carmen antes de se tornar Mayrink Veiga. O Rio, então capital, a adotou imediatamente. Em 1955, no jornal “A última hora”, o poeta Carlos Drummond de Andrade lhe dedicou os seguintes versos: “A noite é gozo mas aberta em bares/ E a penumbra requinta os mais vulgares/ Se o calor a uns enerva e outros abate/ É um consolo a Terezinha Solbiati/ que São Paulo emprestou — não devolvemos/ Vote o Congresso, urgente, o que escrevemos”.

Já garota, foi na contramão de um mundo platinado que seguia as femmes fatales hollywoodianas: loura de nascença, pintou a vasta cabeleira de um negro graúna, e teve a sabedoria de nunca ter operado o nariz perfeitamente imperfeito. Seu début nas colunas sociais se deu aos 13 anos, quando um fotógrafo flagrou aquela beleza descomunal de olhos amendoados, a bordo de um maiô, numa praia no Guarujá. O pai ralhou, mas, a partir de então, passou a recolher, orgulhoso, todos os recortes que saíam sobre a filha. Ela virou a coqueluche do soçaite tropical.

Não por acaso, nos anos 1950, quando Assis Chateaubriand resolveu promover o algodão brasileiro em duas festas impactantes, uma no Palazzo Grassi, em Veneza, outra no Castelo de Coberville, na França, Carmen esteve entre as convidadas. Na volta, casou-se com o empresário Antônio Alfredo “Tony” Mayrink Veiga, herdeiro de um império que, desde a Guerra do Paraguai, em 1864, fornecia equipamentos, munição e armamentos para as Forças Armadas brasileiras. A holding ia da mineração às finanças, passando pelas comunicações, com a Rádio Mayrink Veiga.



Ao lado de Tereza Souza Campos e Lourdes Catão, Carmen formou o triunvirato das listas das mais elegantes do Brasil. Elas ocupavam o lugar que hoje têm as blogueiras de moda; todo mundo as copiava nas revistas de figurino, só que elas não recebiam nada para vestir as grifes. Pelo contrário, pagavam, e muito caro.

Desde pequena, Carmen colocou uma coisa na cabeça: morreria magra. Aos 40 anos, procurou um endocrinologista para traçar um plano para alcançar o objetivo. Dizia que era por uma razão de harmonia física, mas certa vez me confessou que tinha tanto horror a provar vestidos, que decidiu não engordar um só grama para ser poupada do suplício. Mas adorava uma empadinha.

A única mulher no mundo três vezes capa da revista “Town & Country”

Um de seus estilistas preferidos, Guilherme Guimarães, lhe mandava os croquis por fax, ela aprovava, depositava a quantia e tudo resolvido. Lá fora, vestia-se na alta-costura de Yves Saint Laurent (um grande amigo; ela é a única brasileira a figurar na biografia oficial do mestre), Hubert de Givenchy e Valentino. Não fazia, no entanto, a linha burguesa rica; gostava de fendas, decotes, joias espetaculares para usar de dia. Alta e altiva, não precisava de saltos para estar por cima — os seus jamais passavam de seis centímetros. Carmen, aliás, não entrou para a lista das mais bem-vestidas do mundo em 1981, como li por aí. Naquele ano, ela teve o nome inscrito no “Hall da Fama” da publicação, honraria concedida às pouquíssimas pessoas que foram eleitas mais de três vezes, ao lado da duquesa de Alba, de Coco Chanel, de Audrey Hepburn e da rainha da Inglaterra.

Mas, afinal, por que Carmen foi tão inimitável, a ponto de ter sido a única mulher no mundo três vezes capa da revista “Town & Country”, a bíblia da sociedade americana, e ter sido retratada por nomes como Francesco Scavullo, Richard Avedon, Andy Warhol e Mario Testino? Ela encarnou, como poucas, a transição do café soçaite para o jet-set, da elite que se limitava ao próprio círculo para a que cultivava outros horizontes.

Era a época de grandes milionários latino-americanos que se propunham a jorrar suas fortunas na Europa. Falo do mexicano Charles de Beistegui, que deu o famoso baile à fantasia no Palazzo Labia de Veneza em 1951, do decorador cubano Emilio Terry, dos chilenos Arturo Lopez-Willshaw, rei do estanho, e George de la Cuevas de Bustillo y Terrar, marquês de Cuevas. As mulheres do lado de cá do Equador também impressionavam por sua elegância e pelas somas colossais que gastavam nas maisons de alta-costura. Até então esnobadas e apelidadas de rastacueras (uma corruptela para arrasta-couro, ou seja, sem pedigree), elas entenderam que, para se dar bem no soçaite europeu, deveriam se comportar como inglesas até mais do que as próprias inglesas. Com a famosa simpatia como arma, conseguiram. Entre elas, estavam Natividad Terry y Dórticos, mãe do príncipe Jean-Louis de Faucigny-Lucinge e avó da carioca Georgina Brandolini; a herdeira do estanho boliviano Maria Cristina Patiño, que se tornou nobre ao se casar com o príncipe Marc de Beauvau-Craon em 1952; a boliviana Aramayo que se casou com o marquês d’Arcangues; e, finalmente, as brasileiras Perla Lucena, Aimée de Heeren e... Carmen.

Com o desenvolvimento da aviação comercial, que tornou mais fáceis os deslocamentos intercontinentais, o colunista social americano Igor Cassini cunhou em 1952 a expressão “jet-set” para ilustrar o primeiro voo comercial com motores a jato, da companhia British Overseas Airways Corporation (BOAC). Como os assentos eram caríssimos, só a elite abastada poderia viajar nele. Novas fronteiras começaram a ser desbravadas: as ilhas gregas sob curadoria de Aristóteles Onassis; Capri com Valentino e Jackie O.; Mônaco com o jovem casal Rainier e Grace Kelly; Tanger com Barbara Hutton; Marrakech com Talitha Getty; polo em Deauville com Porfirio Rubirosa; St. Moritz com o xá da Pérsia; e o carnaval no nosso Rio com Jorginho Guinle — Carmen esteve em todas e foi a grande anfitriã dessa turma na cidade.

Balneários inteiros eram inventados por empreendedores, de carona na praticidade aérea: na Sardenha, o Aga Khan, chefe espiritual dos ismaelitas, fundou a cidade-fantasia de Porto Cervo; na Espanha, Alfonso de Hohenlohe criou Marbella. Nos anos 70, uma outra invenção, as boates, deixaram esse trânsito ainda mais intenso e excitante: Baia degli Angeli em Gabicce Mare, na Itália, Studio 54 em Nova York, e Régine’s em Paris e outras 14 cidades espalhadas pelo mundo (inclusive Rio, São Paulo e Salvador). As turmas eram sempre as mesmas, seguiam um calendário festivo e sazonal, mas também abriam os braços para roqueiros, atores, musas controversas, conquanto fossem louquíssimos e estilosos.

Fascinada por arte, Carmen foi amiga de Di Cavalcanti, Pedro Leitão e Portinari, que pintou um retrato seu em 1959. Em sua coleção, destacavam-se obras de Milton Dacosta, Lasar Segall, Agostinelli e quadros da Dinastia Qing. Outra paixão eram os felinos: os gatos de estimação (muitos dos quais adotados na rua e que ganhavam festa de aniversário) e as estampas de leopardo que decoravam o lavabo.

Uma mulher que sabia falar com todas as classes sociais

Carmen era uma anfitriã irretocável, do tipo que anotava todas as louças e placements de seus jantares, bem como os vestidos que usava, para não os repetir. E também tirana: com horror a atrasos, marcava os jantares em casa com horários de embaixada, 20h35, 21h17. Nunca bebeu, nunca fumou, nunca tomou sol. Tinha obsessão por não passar do ponto — ela era o ponto. Os tempos eram outros e não havia Greenpeace, Peta ou aquecimento global; ela e Tony participavam de caçadas na Escócia, na França e na Áustria; aos safáris do marido pela África, a água mineral chegava num bimotor que vinha de Nairóbi. Eram como água e óleo: ela era rueira, social, mundana; ele, o precursor do estilo low-profile. Mas ficaram casados por 60 anos, até que, no ano passado, Tony morreu.

Tiveram dois filhos: Antenor, “O” gato do Rio de Janeiro no final dos anos 80, e Antonia, hoje atriz das novelas globais. O casamento de Antonia com o empresário Guilherme Frering foi o grande happening da cidade em 1985. O véu foi comprado por Carmen em Bruxelas quando a filha tinha apenas nove anos. Givenchy quis fazer o vestido, mas Antonia decidiu desenhá-lo sozinha e o mandou executar na Maison Colette — quem provava o modelito era Carmen, detalhe. A lua de mel durou meses e terminou em Nova York; Carmen, a mulher que mais viajou de Concorde no mundo, decolou de Paris para encontrar os recém-casados.

Nove anos depois, o script glamoroso que ela escreveu para sua vida desandou: a Mayrink Veiga sucumbiu aos efeitos do Plano Collor e começou a se afundar em dívidas. Tony e Carmen tiveram de se mudar de Paris, onde viveram por 23 anos, e vieram os arrestos de bens e os protestos em cartórios. O mítico Rolls-Royce Silver Cloud comprado em 1951 teve que ser vendido. Dois leilões de suas obras de arte ajudaram o casal a diminuir a dívida. Entrou para a história uma reportagem de TV que seguiu Carmen até um depoimento no Tribunal de Justiça — uma execração pública que hoje, em tempos de Lava-Jato, seria fichinha. A jornalista lhe perguntou como ela se sentiu diante do juiz. “Com frio, minha filha. O ar-condicionado aqui é muito forte”. Carmen, definitivamente, não existia.

Começava aí uma nova fase: ela arregaçou as mangas e pôs a mão na massa, menos por necessidade, mais pelo desejo de reinvenção. O Brasil vivia a euforia da estabilização do Plano Real e uma classe considerável emergia, sedenta por orientação em seus novos hábitos de consumo. Ela lançou um best-seller de dicas, “ABC de Carmen”, assinou uma edição comentada do “Livro completo de etiqueta de Amy Vanderbilt”, a bíblia mundial do assunto, e tirava dúvidas dos leitores numa coluna semanal no jornal “O Dia”. Dava autógrafos nas ruas, uma e outra declarações politicamente incorretas em entrevistas (mas aprendeu logo; era inteligentíssima), ampliou sua audiência. Sua editora na época, Ruth de Aquino, relembra esse período jornalístico:


— Era impressionante como ela sabia falar com todas as classes sociais. As presas do Talavera Bruce lhe mandavam cartas pedindo orientações sobre como deveriam se vestir no tribunal, e ela respondia com o mesmo carinho.

Nos últimos anos, sofria com uma doença rara que os médicos demoraram a identificar, a paraparesia espástica tropical. Por causa dela, locomovia-se em cadeira de rodas e se tornou uma ativista pela causa dos portadores de deficiência. Graças a sua influência, conseguiu que o Copacabana Palace e o Theatro Municipal instalassem rampas e elevadores adaptados, e a direção dos dois prédios históricos a convidou para inaugurar as obras. Doou também 200 peças de seu acervo de alta-costura ao Instituto Zuzu Angel, para que estudantes pudessem decifrar a modelagem. Em 2003, fez uma exposição de 62 modelitos na Casa Julieta de Serpa, que também instalou um elevador em sua homenagem. Devota de Santa Terezinha, não se permitia reclamar de sua condição: “Tive uma vida muito boa; drama são as mulheres que levam os filhos para a escola em meio a tiroteio”, declarou-me em nossa última entrevista.

Carmen, a grande notável.

Get the Look


The Crown


A segunda temporada já está na NetFlix e eu já estou grudada na telinha e no sofá!



30 de nov de 2017

Esther


Esther Neppel. 
Chic.



Escrava Isaura!

Queridos!!! Até o dia 05 o blog vai ficar meio lentinho. Estou fazendo o Bazar de Três, que por sinal está maravilhoso, e trabalhando 14 horas por dia!!!
Conto com vocês para me esperarem e terem bastante paciência em ler apenas 1 ou 2 posts por dia!! Mas é por pouco tempo! Dia 06 eu volto!!!

23 de nov de 2017

Get the Look


Caramelo



JFK


John  Kennedy e sua Camelot.

Forever.































Até que enfim


Garotinhos atrás das grades. O Rio deve estar em festa.


Muito Além do Inverno da Vida


Isabel Allende é uma das minhas autoras favoritas. Tirando 3 ou 4 livros (Paula, O Plano Infinito e o Jogo de Ripler) em que ela errou a mão, gosto muito de todos os seus livros. 
Seu último livro, O Amante Japonês, é maravilhoso. Sutil, elegante e direto em tratar de temas delicados como a velhice, a traição, a aceitação das diferenças, a coragem em mudar a vida.

Isabel escreve como uma máquina. É uma das autoras mais produtivas de sua geração. Isso sem contar as ´´ninjas´´, Danielle Stell ou Nora Roberts, que escrevem tal e qual linha de produção.


Saindo do forno, Muito Além do Inverno, promete encantar os fãs da autora. Só o nome já é de Best Seller!
Tudo começa com um acidente de trânsito, que se transforma em catalisador de uma inesperada e tocante história de amor entre duas pessoas que acreditavam estar no inverno de sua vida. Isabel pegou o gancho que Hollywood já descobriu: há vida após os 60 anos!!! Vida amorosa e profissional! Haja visto o sucesso da série Frankie & Grace e do belo Nossas Noites.

Em meio a uma nevasca no Brooklyn, aos 60 anos, Richard Bowmaster, um professor universitário, bate na traseira do carro de Evelyn Ortega, uma jovem imigrante ilegal da Guatemala. O que a princípio parecia apenas um pequeno incidente toma um rumo imprevisto e muito mais sério quando Evelyn aparece na casa do professor em busca de ajuda. Confuso com a situação e sem entender o espanhol falado pela jovem, ele pede ajuda a sua inquilina, Lucía Maraz, uma chilena de 62 anos, que está passando uma temporada nos Estados Unidos como palestrante na mesma universidade em que Richard dá aula. Juntas, essas pessoas tão diferentes embarcam em uma dramática e incrível aventura, que vai do Brooklyn do presente à Guatemela de um passado recente, do Chile dos anos 1970 ao Brasil dos anos 1980, e na qual descobrem sua força interior. Para Lucía e Richard, além de tudo, significa uma nova chance para o amor. Um romance que reflete sobre importantes questões da humanidade, como a paixão sem idade, o humor e a sabedoria.
Já está minha lista!!!!!










Novo


Para quem é fã de Harry Potter:
Dumbledore não morreu.
A Warner divulgou a noticia mais aguardada para os apaixonados pelos bruxinhos: o novo filme da saga de Hogwarts terá Dumbledore novo,  representado por Jude Law.




22 de nov de 2017

A casa de Isabela Capeto


O charmosíssimo apartamento da estilista Isabela Capeto, na Avenida Rui Barbosa, no Rio.
Adorei!!!!!!!
Casa com cara de casa!!!!
Casa é casa! Vitrine é vitrine!!!!
Tem coisa mais tediosa que todoooooooos os apartamentos iguais? 



















































Bagagem moderna


Para eles e elas : Hermés Cabacity bag.











21 de nov de 2017

Loucura, loucura, loucura!

Minha amada Bianca Porto, me liga de Miami, onde está morando:
_ Vou perguntar um coisa, mas se for piada, desconsidere:  é verdade que o Luciano Huck vai ser candidato à presidente????
_ É Bibi... é verdade...
_ Achei que era brincadeira...
_ Não, não é.

Aí a gente fica pensando que o Brasil é mesmo uma piada.

Get the Look


20 de nov de 2017

Baús



Tenho paixão por alguns objetos.
Baús, por exemplo.
Não que eu goste de acumular coisas, muito pelo contrário!!! Tenho pavor de coisas guardadas e não usadas. Gosto de tudo à mão! O que não é visto não é lembrado, e não é usado, e então é melhor dar outro fim àquele objeto!
Enfim, isso é tema para outro post! Neste, vamos falar dos baús!

Gosto de todos! De madeira, coloridos, divertidos, clássicos. Os meus preferidos são os de junco do Armando Cerello e os  antigos chineses.

Os baús servem de mesa de centro, de mesa lateral, servem para guardar album de retrato, mantas na sala de TV, revistas, livros, tricots no closet, brinquedos no quarto das crianças e o que mais a imaginação mandar!