Micheliny Martins

31 de ago de 2015

O orgulho de George Clooney

Amal, sempre Amal!
A bela sra Clooney chamou a atenção do mundo esta semana, mas não pelo marido famoso ou pelas roupas no red carpet.

Amal é a advogada do jornalista egípcio Mohamed Fahmy,  preso desde 2013, acusado de divulgar
notícias da chamada Primavera Árabe, sem autorização. O julgamento de Fahmy é acompanhado pela imprensa do mundo inteiro, já que o que está em jogo é a liberdade de expressão dos meios de comunicação.
E Amal foi dura. Mandou um recado ao presidente egípcio: segundo ela ´´ não há evidências que sustentam nenhuma das acusações. O que ocorreu envia uma mensagem muito perigosa de que no Egito, os jornalistas podem ser presos simplesmente porque querem fazer seu trabalho que é dizer a verdade e informar a notícia.´´
Ela não é o máximo???? 









Sonho de consumo!




P.S. amanhã mostro o novo showroon da loja!

Niver


Quem sopra velinhas hoje é minha amiga querida, Rachel Naves.
Parabéns, Chel!!!!
Que Deus te abençoe!!!!




Clássicos


Dois clássicos de volta:
bolinhas e dourado.
Amo muito os dois!

E podem me bater, me xingar e me jogar na parede, mas eu sou louca por uma bolsa dourada!!!!! 













Noivas


Ruth Amaral já recebeu os importados para as noivinhas do próximo ano.



Para copiar e usar hoje!


RL forever.



Ralph Lauren em campanha da sua marca nos anos 80.




Ana Paula e Fernando


Clássico e elegante. Foi assim o casamento de Ana Paula Junqueira e Fernando Terassi.








Ana Paula queria muito um casamento tradicional. E nada mais elegante do que tradição.
A começar pela escolha da igreja: a imponente São José, a mais tradicional de Belo Horizonte. 



















  O convite, um clássico de  Hilton Impressos (tradição é tradição!) , tinha envelope de pergaminho fechado com um lacre de cêra com o monograma dos noivos e uma capa onde se repetia o AF. Como o noivo é de São Paulo, a família da noiva, teve a ideia de trazer na contracapa as fachadas da Igreja São José e do Automóvel Clube, duas das maravilhas da arquitetura de Belo Horizonte.











Ana escolheu Taís Teixeira da Costa para fazer seu vestido. Taís é a darling das famílias tradicionais mineiras. O modelo clássico em renda tinha véu de 6 metros. A tiara, de cair o queixo, da Talento e os brincos pertenceram à  avó materna. Isso sim é que é luxo!













As demoiselles estavam lindinhas de Laçarote,  e um dos  pajens, Arthur, levou as alianças  na mesma salva de prata usada há quatro gerações pela família! 




















A festa, no Automóvel Clube, para 450 ´´talheres´´, foi animadíssima e emocionante. 
No Salão Dourado, decorado com fotos da família,  foi montado um ´´Salão de Jantar´´ com 16 mesas de 10 lugares com candelabros de velas e flores brancas.  O Buffet Rullus inovou com 2 "GastroBar",  um do "Mar" e outro da "Terra", onde seis  chefs preparavam os pratos ao vivo na frente dos convidados.
Na Antessala foi montado o ´´antepasto´´ e no Salão Príncipe de Gales ficou a Boate montada pela Equipe 1. O DJ, Luís Maranhão,  de São Paulo.
Já  o terceiro andar, o tradicional Salão Verde, recebeu um  ´´Salão de Jantar com Massas´´ preparadas ao vivo.  Uma "Homenagem à Família Pugno Terassi" de origem italiana.































O bolo, de Elisa Castro tinha sete andares! Uma coisa de lindo! Já os doces ... um luxo! Embrulhados pela craque Eliana Gualberto Ribeiro formando borboletas e flores. Quase uma jóia!





A mesa do café, outra surpresa! A mesa tinha nada menos que 180 xícaras antigas de modelos diferentes, trazidas da Europa para o casamento! Um deslumbre de encher os olhos! 





























































Apaixonados, felizes e realizados, os noivos partiram para  honey moon na Itália. E na volta, vão residir em São Paulo, com o amor e a  benção das famílias. 

Um casamento de sonho. 











A Condessa Descalça


A condessa Descalça



O Telecine Cult exibe esta semana,  de meus filmes preferidos: A Condessa Descalça, com Ava Gardner e Humphrey Bogart.


A enredo é a clássica história trágica da ascenção de uma jovem, bela e talentosa atriz no mundo cruel de Hollywood. A atriz, claro, é Ava Gardner, mais linda do que nunca, no papel de Maria Vargas.
Humphrey Bogart está envelhecido _ morreria três anos depois_ mas charmosíssimo, completamente Humphrey com seus cigarros e seu indefectível  trench coat.






















Ava está uma coisa! Linda, sedutora e talentosa. Na cena em que ela se bronzeia num iate e dança num acampamento cigano os homens literalmente ficam sem fala (e muitas mulheres também!), não é a toa que ela foi por causa deste filme que ela passou a ser chamada de ''o mais belo animal do mundo''.













 ''Ela não me olhou por mais do que uma batida do coração e ainda assim eu soube que nunca mais a esqueceria''.


Não é lindo?!










A direção é de Joseph Mankiewicz. O cenário e o figurino são de cair o queixo. Os vestidos e as jóias de Maria, o castelo na Itália, as festas, o cavalheirismo, a beleza de Ava, a narração em off, os diálogos e frases marcantes:

'' A vida muitas vezes se comporta como se tivesse visto muitos filmes ruins, onde tudo se ajusta certinho demais: o começo, o meio e o fim.''


Um filmaço como não se fazem mais hoje. Com atores que se tornaram lendas.




A morte e os impostos

   A América foi construída sob impostos. Os americanos sabem que só existem 2 coisas certas na vida:  Tax and Death. Impostos e a morte. Haja visto Al Capone.
    Nenhum cidadão civilizado se importa de pagar impostos, já que para ter serviços e infra-estrutura de qualidade alguém tem pagar. E viver nas tetas do estado, só na Rússia de  Stalin, Deus me livre!
O imposto bem pago vai para serviços básicos como saúde, transporte, mobilidade urbana, educação, etc, etc. E mesmo que não sejamos usuários do SUS nem estudemos em escola pública, devemos sempre lembrar que um país avançado depende da qualidade de vida de sua população. Ou seja, se seu funcionário recebe uma educação de qualidade e anda em transporte público eficiente, você sai lucrando. Principio básico do capitalismo.
    O problema, então, não são os impostos. Tributo justo que devemos pagar. O que não é mais aceitável é  quererem  ressuscitar um imposto para encher os cofres de um governo que nos roubou por 10 anos, que conseguiu quebrar uma das maiores empresas do mundo, que está envolvido até a medula no maior caso de corrupção da história do país. Não dá para pagar impostos a um governo onde escolas estão caindo enquanto a prefeita faz selfies, onde obras milionárias são abandonadas, onde hospitais estão caindo aos pedaços, onde se morre baleado no meio da rua.  Não dá para pagar impostos a um governo que promove programas de assistencialismo sem nenhum controle, apenas com fins eleitoreiros.  Não sou contra Bolsa Qualquer Coisa. Sou contra a absoluta falta de controle com a distribuição das Bolsas Qualquer Coisas e mais ainda, contra a falta de critério na distribuição das mesmas. Ainda prefiro o velho ditado: ´´ensinar a pescar do que dar o peixe´´. E é para ´´ensinar a pescar´´ que precisamos pagar impostos. Já quando temos que simplesmente ´´comprar o peixe´´ e dar para quem pode pescar,  aí o imposto deixa de ser justo.
Então, senhora presidenta, me recuso a pagar a CPMF, caso ela seja aprovada. Não quero encher o bolso de políticos picaretas, sustentar um governo sem credibilidade, ou bancar um programa de assistência  falido, onde a última coisa em que se pensa é na educação, na saúde e na qualidade de vida de seu povo.



30 de ago de 2015

Soneto de um dia de domingo




´´Em casa há muita paz por um domingo assim.
A mulher dorme, os filhos brincam, a chuva cai...
Esqueço de quem sou para sentir-me pai
E ouço na sala, num silêncio ermo e sem fim,


















Um relógio bater, e outro dentro de mim...
Olho o jardim úmido e agreste: isso distrai






















Vê-lo, feroz, florir mesmo onde o sol não vai
A despeito do vento e da terra que é ruim.
























Na verdade é o infinito essa casa pequena
Que me desamortalha o sonho e  me abriga da desventura














E a mão de uma mulher fez simples, pura e amena.
O sorriso, as crianças, a comida.





















Deus que és pai como eu e a estimas, porventura:
Quando for minha vez, dá-me que eu vá sem pena


















Levando apenas esse pouco que não dura.
Um domingo nesta casa que tanto estima.





















Este calor que não vem do fogo. 
Mas que esquenta e alimenta.´´
Vinícios de Moraes 













Sábado


``Se eu vou me divertir? Carrie, hoje é sábado! Eu nem sei qual o meu nome num sábado à noite!´´
Samantha Jones de Sex and The City